Hoje em dia, entre outras coisas, as autoridades abusadas estão se transformando em um meio eficaz para influenciar a opinião pública para que as pessoas tomem uma vacina fatalmente perigosa. Com essa finalidade, publicou-se uma informação: «Bento XVI (94) e todo o seu pessoal doméstico receberão a vacina contra o covid-19, disse o arcebispo Georg Gänswein à Agência Católica de Noticias alemã (KNA)».

O objetivo é quebrar a barreira da opinião pública sobre a vacinação. Esse gesto pretende afogar a voz de advertência de verdadeiros especialistas e convencer os católicos a vacinar-se em massa.

Por que o Arcebispo Gänswein não organiza as coisas para que Bento XVI seja visitado por especialistas em imunologia que lhe esclareçam o tema da nova vacina de RNAm e suas consequências fatais? Posteriormente, seria útil publicar uma entrevista com ele sobre sua visão moral desse crime de mutilação e genocídio da humanidade.

A nova vacina altera o genoma humano e transforma o homem em um organismo geneticamente modificado afetado por doenças autoimunes. Entre outras coisas, também contém um hidrogel com nanopartículas orgânicas, que já é uma forma de introdução do chip.

Bergoglio já se comprometeu de muitas maneiras. Entronizou a Pachamama e promove a legalização da convivência homossexual. Bento XVI goza de autoridade muito mais forte entre os católicos de mentalidade ortodoxa. Portanto, a propaganda de que Bento XVI recebe uma vacina contra o covid-19 confundirá o público católico muito mais do que o fato de que Bergoglio supostamente tenha se vacinado. Essa manipulação psicológica tem um objetivo preciso. O Vaticano está se transformando no promotor mais ativo de uma nova vacina fatalmente perigosa, abusando de uma atitude positiva com relação a Bento XVI.

Entretanto, é necessário dar-se conta não somente dos aspectos positivos de Bento XVI. A realidade é que ele foi assessor do cardeal liberal alemão Josef Frings no Concílio Vaticano II. As heresias de Bergoglio e seus passos em direção à autodestruição da Igreja são na verdade fruto do Concílio Vaticano II, com o qual Bento XVI nunca rompeu radicalmente. O passo mais fatal foi que Bento XVI, embora advertido muitas vezes, beatificou João Paulo II no dia 1º de maio de 2011. Dessa maneira, ele, de fato, elevou o programa de vida de João Paulo à honra dos altares:

1) Em 1983, João Paulo II recebeu maçons na Igreja.

2) Ordenou encobrir a pedofilia sacerdotal, e o resultado foi uma rede homossexual nos níveis mais altos da Igreja.

3) João Paulo II não castigou, e de fato aprovou a heresia do neomodernismo que se estendeu maciçamente através do método histórico-crítico em teologia.

4) Fez um gesto de sincretismo em Assis (1986). Convocou os líderes dos cultos pagãos e orou com eles. Com esse gesto declarou que o cristianismo e o paganismo eram caminhos igualmente válidos de salvação, o que é a heresia suprema.

Tudo isso foi beatificado por Bento XVI e canonizado por Bergoglio.

Que Bento XVI use o tempo que lhe resta para arrepender-se e não para promover a vacinação genocida segundo as intenções de Bergoglio!

Mons. Gänswein confirmou que em 13 de janeiro de 2021, o papa emérito Bento XVI supostamente recebeu a primeira dose da vacina da Pfizer e BioNTech no Mosteiro Mater Ecclesiae.

 

+ Metodio OSBMr            + Timoteo OSBMr

bispos secretários do Patriarcado católico bizantino

16 de janeiro de 2021

 

Baixar: Os comediantes covidianos fizeram de Bento XVI seu urso amestrado (16-1-2021)

 

O Patriarcado católico bizantino (BCP) é uma comunidade de monges, padres e bispos que vivem em mosteiros. O PCB está encabeçado pelo patriarca Elias com dois bispos secretários + Timoteo e +Metodio. O PCB surgiu da necessidade de defender as verdades cristãs fundamentais contra as heresias e a apostasia. O PCB não reconhece o pseudopapa Bergoglio e não está subordinado a ele.