Quando contemplamos o sofrimento de nosso Senhor, repetimos as palavras: “Por meus pecados estou condenado à morte. Jesus, lembra-te de mim.” Percebi pecados concretos, inclusive desde a minha infância, e tomei consciência de que em algum momento comparecerei diante do tribunal de Deus. O pecado está como que aderido a nós. Eu disse: ―Senhor: eu creio que teu sangue me purificou de todo pecado. Entrego-te todos os meus pecados conscientes e inconscientes. A Escritura diz: “Meu pecado está sempre diante de mim.” Deveríamos ter isso em mente. Cada vez que começamos a criticar alguém, devemos tomar consciência do nosso pecado e dizer: ―Meu Deus, perdoa-me! Sim; Deus me perdoou há muito tempo, quando lhe pedi perdão, mas eu me lembro novamente desse pecado. Por quê? A fim de expulsar o espírito de orgulho que critica o meu próximo. Digo: “Alto! Meu pecado está diante de mim.” Dou-me conta do meu pecado, inclusive daquele que Deus já me perdoou. E então digo: ―Senhor, perdoa também esta pessoa. E o espírito de crítica se afasta. Alguém pode pensar: “Não tenho culpa; comportei-me corretamente.” Bem, desta vez talvez você não seja culpado, mas e quanto ao passado? O diabo ajustará as contas com você!

Certamente, Deus me perdoou os pecados. No entanto, eu tenho de passar por um purgatório na terra. Se eu o passar na terra, então, na hora da morte, irei para Jesus. Mas, se eu não passar por um purgatório aqui, haverá um que me espera depois da morte. Por quê? Porque tenho de romper com o pecado até no mais profundo do meu coração. Eu confesso o meu pecado; no entanto, ainda sou atraído por ele, porque a infecção do pecado ainda está em mim. Eu preciso ser curado: por meio do arrependimento, da sinceridade, perdoando os outros como Deus me perdoa. E quando sinto inveja, penso no meu pecado. E funciona. Experimente!

 

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