Em 19 de março de 2021, o pseudo-papa Bergoglio declarou o Ano “Família Amoris Laetitia”. Surgem duas perguntas fundamentais: 1) Bergoglio é um verdadeiro papa ou ele se excluiu da Igreja como um herege? A resposta é óbvia: ele não é um verdadeiro papa; ele é um herege público excomungado da Igreja. 2) A segunda pergunta: A exortação Amoris Laetitia representa os ensinamentos da Igreja ou contém heresias? A resposta também é óbvia: a exortação é herética, nega os mandamentos de Deus e as normas morais objetivamente válidas.
Bergoglio defende a administração da Santa Comunhão para aqueles que vivem em pecado. Portanto, ele nega os ensinamentos da Igreja e astuciosamente incita as pessoas a cometer sacrilégio. A Palavra de Deus diz: “Quem comer este pão e beber este cálice do Senhor indignamente, come e bebe sua própria condenação” (1 Cor 11, 27-31). Ao deixar de chamar pecado o pecado, Bergoglio praticamente rejeita a condição essencial da salvação, que é o arrependimento (Lc 13,3). É a rebelião contra Deus e a Igreja por parte dele. Em 2019, ele entronizou um ídolo abominável, na verdade o diabo, na basílica principal da Igreja. Foi um ato manifesto de apostasia pública pelo qual ele se excluiu novamente da Igreja. Em 2020, através do documentário “Francesco”, ele promoveu abertamente a legalização da convivência dos sodomitas e a adoção de crianças por parte deles. Ele considera isto uma forma de família que as paróquias devem aceitar. Qualquer um que ingenuamente pense que ao proclamar o Ano da Família Bergoglio apoia a família autêntica está muito enganado. Pelo contrário, é mais um passo em direção à sua destruição. Há cinco anos, Bergoglio não respondeu de forma alguma aos dubia dos quatro cardeais e boicotou centenas de teólogos, padres e católicos leigos que lhe dirigiram uma correção. Mas agora ele inaugura solenemente o Ano da “Família Amoris Laetitia”, como se a exortação fosse absolutamente correta, e até mesmo, calmamente, coloca em prática suas heresias. Essa é uma indiferença chocante e um caminho de apostasia da fé, um caminho do anticristo que leva ao inferno. Já é sabido publicamente que Bergoglio se esconde detrás de referências à família para promover a sodomia. Ele já o fez em 2016, no Sínodo sobre a família. Os bispos se opuseram a ele na época. Mas ele não desiste. Novamente ele usa o termo “família” para promover exatamente o oposto: a legalização eclesiástica da homossexualidade, da qual as Escrituras advertem claramente: “Sodoma e Gomorra, tendo cometido fornicação e tendo-se entregado a vícios contra a natureza, foram colocadas como exemplo, sofrendo o castigo do fogo eterno” (Judas 1:7). Além disso, ao fechar as igrejas em 2020, Bergoglio desencadeou uma pandemia fraudulenta e iniciou a profanação da Eucaristia a ela relacionada. Hoje ele é culpado de um crime de lesa humanidade ao impor a vacina de RNA mensageiro. Os especialistas advertem que a vacina: 1) altera o genoma humano e é uma rebelião contra o Criador, 2) contém tecido arrancado de bebês não nascidos antes de ser assassinados. A vacinação atual significa, portanto, a satanização mundial. 3) A vacina é parte de um processo gradual de implantação de microchips na humanidade, contra a qual a Bíblia adverte ao falar da punição no lago de fogo. 4) É um instrumento de redução – genocídio – da humanidade ao bilhão dourado. Bergoglio diz que a vacina deve ser para todos, e que aqueles que se recusam a recebê-la cometem um pecado. Esse é o engano criminoso de Bergoglio! Deve-se notar que Bergoglio, que inaugurou o Ano “Família Amoris Laetitia”, é um papa inválido. Sua exortação é herética e sua implementação é um crime contra a família, contra Deus e contra a Igreja.

 

+ Elias

Patriarca do Patriarcado católico bizantino

+ Metodio OSBMr       + Timoteo OSBMr

bispos secretários

 

30 de março de 2021

 

Baixar: O ano da família. De que família? A do LGBTQ? (30-03-2021)

 

O Patriarcado Católico Bizantino (PCB) é uma comunidade de monges, padres e bispos que vivem em mosteiros. O PCB é chefiado pelo Patriarca Elias com dois bispos secretários, + Timóteo e + Metodio. O PCB surgiu da necessidade de defender verdades cristãs fundamentais contra heresias e apostasia. O PCB não reconhece o pseudopapa Bergoglio e não está subordinado a ele.