O auge da apostasia na Igreja é o próprio Vaticano apóstata, encabeçado pelo chamado Francisco Bergoglio. Ele entronizou descaradamente o ídolo Pachamama na basílica principal de São Pedro, procura legalizar as uniões sodomitas e promove a vacina de RNA mensageiro que altera o genoma humano e é parte integrante do programa de implantação de microchips contra o qual a Bíblia adverte dizendo que a punição é o lago de fogo.

Além disso, a vacinação promovida é um meio para alcançar o genocídio em massa da humanidade: a aniquilação de 6 bilhões de pessoas! Toda a seita bergogliana, que ocupa hoje as mais altas posições na Igreja atual, está em consonância tanto com a atitude traiçoeira de Bergoglio em relação aos ensinamentos de Cristo quanto com o programa de genocídio.

Analisemos as raízes profundas deste fenômeno destrutivo. O chamado estudo científico das Escrituras, começando pela Ilustração e continuando pelo Modernismo e a escola de Bultmann, resultou na negação de tudo que é sobrenatural na Bíblia, ou seja, no ateísmo. Especialmente na segunda metade do século XIX, este espírito de uma chamada abordagem científica, que surgiu do protestantismo, influenciou os teólogos católicos que queriam parecer muito eruditos. O Papa Pio X se opôs a eles com suas cartas e a encíclica «Pascendi Dominici Gregis»  (1907). Consequentemente, ele expulsou muitos professores e estudantes de teologia. Um dos modernistas, Angelo Roncalli, professor de História, escapou do castigo, e o poder maçônico nos bastidores o elevou ao papado em 1958. Em 1962, esse papa, agora sob o nome de João XXIII, convocou o Concílio Vaticano II sob o lema «aggiornamento» com o mundo. Nomeou teólogos liberais como moderadores do Concílio, que usaram conceitos ambíguos para impor o espírito das heresias contemporâneas. Pouco a pouco, este espírito infectou todas as escolas teológicas. Seus frutos malignos têm sido especialmente evidentes na pessoa do arqui-herege Bergoglio, que muitas vezes demonstrou publicamente sua incredulidade e unidade com a organização maçônica. A realidade é que a maioria dos bispos e padres de hoje estão espiritualmente envenenados por esse espírito.

Como se arrepender da adesão ao ensino envenenado do chamado método histórico-crítico? É necessário rejeitar o espírito de heresia escondido por trás desse chamado método e receber a verdade do Evangelho com um coração puro.

O chamado método científico, que se baseia na filosofia ateísta, nega tudo o que é sobrenatural na Bíblia. Questiona os fatos e inventa todo tipo de teorias que se desviam da essência, ou seja, do fato de que o autor da Sagrada Escritura é o Espírito Santo. Os promotores do método crítico não rezam, nem seguem Cristo, nem têm a fé salvadora e, ainda assim, querem ser mestres espirituais e explicar os mistérios da fé. No entanto, ao invés disso, eles obscurecem e lançam dúvidas sobre as verdades da fé. O objetivo do cristianismo é salvar almas. Devemos aceitar a palavra de Deus como a palavra de Deus, e então Deus faz milagres, como testemunha o apóstolo Paulo (1 Ts 2).

A professora E. Linnemann, antiga aluna de R. Bultmann, que abandonou o sistema ateísta do método histórico-crítico, escreve: «A pseudociência ateísta anti-cristã é reconhecida pela teologia histórico-crítica como a única abordagem factualmente correta da palavra de Deus. Qualquer um que queira ser considerado um teólogo profissional… deve estar disposto a dar espaço ao ateísmo em seu pensamento… Isto é uma perversão… Tanto a teologia (método) histórico-crítica quanto a ciência histórica se baseiam em mentiras. A ciência aqui, portanto, não é sinônimo de verdade, mas é uma rebelião contra Deus, que injustamente reprime a verdade… Considero tudo o que ensinei e escrevi antes de confiar minha vida a Jesus como sendo lixo! Meus dois livros ‘Gleichnisse Jesu’ e ‘Studien zur Passionsgeschichte’, joguei-os fora com minhas próprias mãos em 1978. Peço-lhes sinceramente que façam o mesmo com qualquer um deles que tenham».

Caros bispos e padres, se perguntássemos a vocês quando os livros do Novo Testamento foram escritos e quem é Seu autor, sua resposta, especialmente a dos mais jovens entre vocês, provavelmente estaria baseada em várias teorias que vocês abraçaram durante seus estudos teológicos. Mas essas teorias têm apenas um objetivo: questionar os autores humanos e a inspiração divina das Escrituras. Inculcavam-lhes hipóteses sobre os autores paulinos e joaninos, e em relação ao Antigo Testamento sobre o Yahvista e o Elohista, Deutero e Trito-Isaías. Foi-lhes ensinado que a Escritura não pode ser compreendida sem uma abordagem científica. Um cardeal disse há 40 anos: «É um preconceito de tradição evolucionista pensar que a Bíblia só pode ser entendida estudando como ela foi desenvolvida e criada… Os santos e os heróis da fé têm sido muitas vezes pessoas de pouca cultura; em todo caso, sempre alheios a complexidades exegéticas. E, mesmo assim, foram eles os que melhor a entenderam».

As frases sobre os autores paulinos e joaninos do Novo Testamento colocam em questão a autoria dos apóstolos João e Paulo. Existem muitas das chamadas teorias científicas. Seu propósito é derrubar as bases do ensino cristão. Vocês foram forçados a dedicar muito tempo a eles em vez de conhecer a essência da Sagrada Escritura. O autor de toda a Bíblia é o Espírito de Deus. Temos que recebê-Lo. Então, no Espírito de Deus, fomos forçados a proclamar o ensinamento da salvação, e não algumas teorias cambiantes que nunca converteram ninguém, e nunca converterão, mas que, inversamente, questionam a fé daqueles que ainda a têm.

Durante seus estudos teológicos, ouviram falar de muitas teorias sobre a origen dos evangelhos individuais, mas provavelmente não escutaram esta teoria:

1) Os Evangelhos dos apóstolos João e Mateus foram escritos nas primeiras horas depois do nascimento da Igreja, ou seja, foram escritos imediatamente depois da vinda do Espírito Santo.

2) O Evangelho de João foi traduzido sem demora para o grego. Ao mesmo tempo, o apóstolo Mateus ditou seu Evangelho aos escribas que o escreveram tanto em hebraico (aramaico) quanto em grego.

3) Razões lógicas e práticas:

a) No dia de Pentecostes, um grande número de peregrinos de muitas nações voltaram-se para o Senhor (Atos 2). Eles eram judeus. Alguns deles eram mestres da Lei. Eles conheciam as Escrituras em hebraico, assim como a versão grega da Septuaginta.

b) Era necessário dar testemunho a esses judeus convertidos de que Jesus era o Filho de Deus, para que, acreditando n’Ele, tivessem vida eterna (cf. Jo 20,31). Essa tarefa foi assumida pelo apóstolo João. Também era necessário mostrar àqueles que acreditavam que as predições das Escrituras se cumpriram em Jesus. Essa tarefa foi empreendida pelo apóstolo Mateus. Eles levaram estes aspectos em consideração ao escrever (ditar) seus evangelhos.

c) Para que os Evangelhos tivessem autoridade, os primeiros tiveram que ser escritos por testemunhas presenciais dos ensinamentos, milagres, sofrimento, morte e ressurreição de Jesus. Isso foi feito pelos apóstolos João e Mateus. Esses dois evangelhos adquiriram assim uma autoridade extremamente significativa.

d) Nos serviços religiosos judaicos, é uma prática comum ler primeiro uma passagem das Escrituras e depois dar uma interpretação. Nos serviços religiosos cristãos era necessário, além de uma passagem do Antigo Testamento, ler também uma passagem do Evangelho e depois dar uma interpretação. Essa leitura do Evangelho foi especialmente necessária no território missionário. A celebração da palavra também estava ligada à Ceia do Senhor (com o partir do pão). Assim, a Palavra de Deus escrita – o Evangelho – tornou-se uma parte insubstituível dos serviços religiosos cristãos.

e) A missão requer uma base sólida escrita! Ela não pode ser baseada simplesmente na tradição oral. Deve ser baseada na palavra escrita de uma testemunha ocular, ou seja, de um apóstolo – evangelista –. O idioma falado no mundo civilizado naquela época era predominantemente grego, portanto, por causa da missão, os Evangelhos também foram escritos em grego já no início!

Isso é o que qualquer missionário sábio faria se estivesse no lugar dos apóstolos.

Assim, os apóstolos escreveram como testemunhas presenciais sobre o que tinham visto e ouvido e o que suas mãos tinham sentido, para que vocês também pudessem acreditar. Basear a missão exclusivamente na tradição oral seria insensato. Como diz o provérbio latino, «a letra escrita permanece». Portanto, é possível dar interpretações, mas a base deve ser a palavra escrita.

A assim chamada ciência histórica (em biblística) tem, na verdade, negado a inspiração das Escrituras, a divindade de Cristo, Sua ressurreição real e histórica, e assim destruiu os fundamentos de nossa fé. Os críticos históricos nada têm a ver com uma relação pessoal com Jesus, nem conhecem a essência da fé salvadora, relacionada com a conversão e o caminho do arrependimento. Disfarçam sua incredulidade com a chamada ciência, embora na realidade não seja ciência, mas pseudociência e mentira. Criaram uma falsa opinião pública que aqueles que não se submetem ao seu ponto de vista são inferiores. Isso tem afetado particularmente os estudantes de teologia, que abraçaram este método chamado científico com grande entusiasmo. O fruto dessa ideologia ateísta é o cristianismo morno e a apostasia em massa das nações cristãs.

 

+ Elias

Patriarca do Patriarcado católico bizantino

+ Metodio OSBMr       + Timoteo OSBMr

bispos secretários

20 de fevereiro de 2021

 

Baixar: As raízes da profunda crise atual na Igreja (20-2-2021)

 

O Patriarcado Católico Bizantino (PCB) é uma comunidade de monges, padres e bispos que vivem em mosteiros. O PCB é chefiado pelo Patriarca Elias com dois bispos secretários, + Timóteo e + Metodio. O PCB surgiu da necessidade de defender verdades cristãs fundamentais contra heresias e apostasia. O PCB não reconhece o pseudopapa Bergoglio e não está subordinado a ele.