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De 24 a 26 de junho de 2019 teve lugar secretamente uma reunião preparatória do Sínodo da Amazônia. Entre os principais personagens envolvidos estão os cardeais Hummes, Barreto, Kasper, Baldisseri…
Em 1986, João Paulo II abriu em Assis a porta da Igreja ao paganismo. Ele implementou o documento do Vaticano II sobre o respeito aos pagãos: na verdade, respeito aos demônios, a quem eles fazer sacrifícios. O arqui-herege Bergoglio abusa do papado e promove um espírito pagão na liturgia introduzindo elementos animistas. Assim, em vez de oferecer sacrifícios a Deus, o diabo e os demônios pagãos serão adorados acobertadamente.
Outro ponto do Sínodo da Amazônia é a sagaz abolição do celibato sacerdotal e a criação do caos subsequente para assim evitar o verdadeiro arrependimento. Hipocritamente, eles se referem às Igrejas orientais. E a abolição do celibato não é o fim. Bergoglio e sua equipe herética aspiram a introduzir a ordenação de mulheres no sacerdócio.
O precedente para a assim chamada restauração da Igreja será a ordenação de bruxas indígenas na Amazônia. É mais um passo em direção à transição para a Igreja da Nova Era do Anticristo. A anti-igreja de Bergoglio converte-se na sinagoga de Satanás e arrasta os homens para o inferno. As palavras de São Paulo se cumprem em Bergoglio e nos cardeais, que têm o mesmo espírito do satanismo: “Estes são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, que se disfarçam de apóstolos de Cristo. E não é de estranhar, porque o mesmo Satanás se disfarça como anjo de luz” (2 Co 11, 13-14).Bergoglio diz que ele implementa totalmente o Vaticano II. A equipe de falsos apóstolos, disfarçados de apóstolos de Cristo, está cavando um túmulo para a Igreja junto a Bergoglio. Deus permite esse estado de coisas de tal modo que nós podemos admitir verazmente que a raiz venenosa da apostasia da massa é o Vaticano II. O processo de destruição não se deterá até que um papa ortodoxo seja eleito e condene as heresias e o espírito do modernismo e do sincretismo do Vaticano II. Não é suficiente realizar umas atuações cosméticas como faz o Bispo Schneider, que tira a absurda conclusão de que o papa herege Bergoglio deve permanecer no cargo a todo custo.
Deus quer algo de nós neste tempo, e é o verdadeiro arrependimento. Devemos retornar às saudáveis raízes da nossa fé! Essas raízes são o Evangelho e a Tradição Apostólica, associadas também ao martírio dos Apóstolos e de milhões de mártires. Devemos estar preparados inclusive para oferecer nossas vidas por amor a Cristo e a Seu Evangelho. Se perdermos nossa vida por Jesus Cristo, obteremos a vida eterna. Jesus falou claramente da radicalidade do Evangelho: “Porque o que quiser salvar a sua vida, irá perdê-la; mas o que perder a sua vida por amor de mim e do Evangelho, irá salvá-la. (Mc 8) Jesus rechaça estritamente só aqueles que evitam o arrependimento: “Nunca os conheci; afastai-vos de mim, malfeitores de iniquidade” (Mt 7).
O verdadeiro arrependimento significa acima de tudo chamar pecado a um pecado, heresia a uma heresia, traição a uma traição. É manipulação deliberada colocar ênfase em problemas marginais como a ecologia ou a abolição do celibato sacerdotal em lugar do arrependimento que leva à salvação. Argumentar pela necessidade de oferecer a Eucaristia à população indígena e ao mesmo tempo exigir a preservação dos cultos indígenas é anti-missão daninha. O plano de usar mal da liturgia por sua mistura com o espírito do animismo leva à suprema blasfêmia contra Deus. Os falsários religiosos, encabeçados por Bergoglio promovem o modelo amazônico como um programa de Satanás – o anjo da luz – para toda a Igreja.
Quanto aos padres casados, nós, os Bispos da Igreja oriental, estamos bem familiarizados com o assunto. Por isso podemos dizer com toda responsabilidade que a abolição do celibato sacerdotal na Igreja ocidental causará um caos destrutivo. Não será possível, então, começar com a necessária reforma da Igreja. A reforma deve basear-se no verdadeiro arrependimento e no retorno ao Evangelho e a seu Espírito.
Há uma sociedade religiosa na República Checa que aboliu o celibato. Foi estabelecida há 100 anos por padres católicos que aderiram ao modernismo. Depois da abolição do celibato, logo começaram a ordenar mulheres sacerdotisas. As estatísticas das famílias dissolvidas de homens e mulheres separados entre esses padres são muito dolorosas. Não é de nenhum modo um modelo da verdadeira restauração da Igreja. O catecismo desta Igreja desde o momento de sua fundação está penetrado pelo modernismo e pelo liberalismo. É o mesmo espírito que se introduziu no Concílio pelo modernista Roncalli e assumiu o poder na Igreja Católica. Bergoglio tem este espírito em plenitude.
A verdadeira solução
Os meios específicos de restauração do sacerdócio é a formação de comunidades sacerdotais. Um grupo de 4 a 7 padres se reúnem em um lugar determinado na tarde do Domingo. Dedicam um dia e meio segundo o modelo dos primeiros cristãos. Os princípios básicos da comunidade crista em Jerusalém são: 1) orações, 2) ensinamento dos apóstolos, 3) comunhão fraterna, e 4) a Eucaristia (Atos 2, 42). A oração mental sempre leva uma hora, com pequenos descansos. Dirigimos nossa atenção às verdades mais fundamentais da fé (http://vkpatriarhat.org/en/?p=11486). É uma luta contra a distração mental e a debilidade física, especialmente quando estamos ajoelhados ou de pé. É útil levantar nossas mãos em alguns momentos, pelo menos quando experimentamos nossa submissão diante de Deus (1 Ti 2). No ato de contrição perfeita, confessamos nossos pecados e eles são limpos pelo poder do sangue de Cristo. Podemos invocar lentamente o nome de Jesus (Yehoshua) com fé. “Se caminhamos na luz, o sangue de Cristo nos limpa de todo pecado” (1 Jo 1, 7). Na oração mental, também refletimos sobre a realidade de nossa morte, o juízo de Deus e a questão da eternidade bem-aventurada ou infeliz. Depois experimenta-se a união espiritual com Cristo por meio da crucificação com Ele (Ro 6, 6; Gl 2, 20). Aceitamos o testamento de Jesus desde a cruz nas palavras: “Eis aí tua mãe”.
A oração mental implica negação interior e exterior. Quem reza, recebe então o poder do Espírito de Deus e desde Ele a luz e a força para a batalha espiritual contra o pecado e a mentira. Depois de uma hora de oração segue-se a comunhão fraterna. Comunica-se a experiência da oração com cada um dos outros. A hora da oração seguida do testemunho se repete quatro vezes na segunda-feira. Durante uma dessas quatro horas, é útil refletir nos textos da Escritura. Podem-se usar na oração como fonte de palavra profética no sermão do domingo. A reunião termina com o almoço da terça-feira ao meio-dia.
Um padre que leve a cabo essa atividade de comunidade e oração depois treinará discípulos em sua paróquia que terão o mesmo espírito e trarão consigo um programa saudável de restauração da família e do verdadeiro cristianismo. A reforma deve começar desde o próprio começo, desde o primeiro ano no seminário. A questão básica é adquirir o hábito da oração mental. Deve-se dedicar a ela duas horas por dia. A oração está na relação com a formação da comunhão fraterna.
Tratar da crise na Igreja mediante a ecologia ou a abolição do celibato é insensatez.
+ Elias
Patriarca do Patriarcado Católico Bizantino
+ Metodio OSBMr + Timoteo OSBM
Bispos secretários
11 de julho de 2019
Baixar: Amazonia, o túmulo da ortodoxia (11-7-2019)
O Patriarcado católico bizantino (PCB) é uma comunidade de monges, padres e bispos que vivem em mosteiros. O PCB está encabeçado pelo patriarca Elias com dois bispos secretários, + Timoteo e +Metodio. O PCB surgiu da necessidade de defender as verdades cristãs fundamentais contra as heresias e a apostasia. O PCB não reconhece o pseudopapa Bergoglio e não está subordinado a ele.